La la land, romances clichês e a inconstância do ser
A essa altura do campeonato se você me segue, sabe que La La Land é um dos meus filmes favoritos e, caso você não seja um conhecido ou um leitor assíduo deste humilde blog, espero que já tenha assistido a essa obra de arte lançada em 2016/17. Caso contrário, tudo bem... Não há spoilers por aqui. Surpresas a parte, ou não, o que torna este filme tão querido por mim é a imprevisibilidade da história. Não é um clichê. Recentemente me disseram que durante o filme os protagonistas se desencontram. Embora eu não tenha discutido sobre isso com o emitente deste pensamento, eu discordo. Não há desencontros. O mérito individual dos personagens está atrelado ao encontro dos protagonistas e ao amadurecimento individual de cada um em decorrência disso. De todos os filmes românticos, este é o que considero mais realista, pois o romance não é o cerne da história e isso me encanta. A cena final descreve essencialmente como a vida poderia ter sido para os dois protagonistas... Mas não foi. E...