Por que eu parei de assistir ao noticiário
Já faz uns três anos que tomei uma das melhores decisões da minha vida... e olha que nem preciso de modéstia para dizer isso, viu? (risos). Eu simplesmente parei de assistir aos noticiários.
Vou contar rapidinho o porquê, antes de eu correr para assistir a um filme de terror. E aí você pode me julgar, refletindo se acha isso uma hipocrisia ou não!
A razão é bem simples: as notícias me faziam mal. Eu sei que tem gente que consegue assistir a essas coisas o dia todo e seguir a vida normal, mas eu não sou assim. Sempre fui muito sensível, e o tom sombrio que o jornalismo costuma ter — seja aqui no Brasil ou quando morei na Romênia — me atingia em cheio.
Como sou uma pessoa muito empática, ouvir sobre crimes e violência não era só uma informação que entrava e saía. Meu cérebro gosta de analisar o comportamento humano, de entender o que leva alguém ao extremo, e eu acabava me colocando no lugar das vítimas e até dos agressores. Eu sentia um aperto no estômago e ficava pensando naquilo por horas, às vezes por dias. Percebi que isso estava alimentando uma ansiedade que não era minha, e decidi que era hora de parar.
Desde então, fiquei bem rigorosa com o tipo de energia que deixo entrar na minha rotina. Não foram só as notícias; comecei a filtrar minhas redes sociais, os livros, as músicas e até as companhias. Na vida real é mais difícil "bloquear", mas a gente vai aprendendo a se distanciar do que é pesado.
Algumas pessoas dizem que estou fugindo da realidade ou perdendo informações. Mas a verdade é que o mundo não é só feito de tragédias, embora o jornalismo foque nisso porque o que é negativo infelizmente "vende" mais. Eu continuo muito bem informada sobre inovação, economia, tecnologia e tudo o que me interessa. Só escolhi não começar meu dia absorvendo angústia.
Dizem que nós temos um "viés de negatividade", uma tendência natural de prestar mais atenção no que é ruim. Mas se a gente sabe disso, por que não escolher conscientemente o oposto? Por que não buscar as coisas lindas que as pessoas fazem todos os dias?
Não estou dizendo que todo mundo deve fazer o mesmo. Cada um sabe onde o calo aperta. Mas se você sente que certas informações estão drenando a sua energia, talvez valha a pena ser mais exigente com o que você permite que molde o seu dia. A nossa paz vale muito.
Já faz uns três anos que tomei uma das melhores decisões da minha vida... e olha que nem preciso de modéstia para dizer isso, viu? (risos). Eu simplesmente parei de assistir aos noticiários.
Vou contar rapidinho o porquê, antes de eu correr para assistir a um filme de terror. E aí você pode me julgar, refletindo se acha isso uma hipocrisia ou não!
A razão é bem simples: as notícias me faziam mal. Eu sei que tem gente que consegue assistir a essas coisas o dia todo e seguir a vida normal, mas eu não sou assim. Sempre fui muito sensível, e o tom sombrio que o jornalismo costuma ter — seja aqui no Brasil ou quando morei na Romênia — me atingia em cheio.
Como sou uma pessoa muito empática, ouvir sobre crimes e violência não era só uma informação que entrava e saía. Meu cérebro gosta de analisar o comportamento humano, de entender o que leva alguém ao extremo, e eu acabava me colocando no lugar das vítimas e até dos agressores. Eu sentia um aperto no estômago e ficava pensando naquilo por horas, às vezes por dias. Percebi que isso estava alimentando uma ansiedade que não era minha, e decidi que era hora de parar.
Desde então, fiquei bem rigorosa com o tipo de energia que deixo entrar na minha rotina. Não foram só as notícias; comecei a filtrar minhas redes sociais, os livros, as músicas e até as companhias. Na vida real é mais difícil "bloquear", mas a gente vai aprendendo a se distanciar do que é pesado.
Algumas pessoas dizem que estou fugindo da realidade ou perdendo informações. Mas a verdade é que o mundo não é só feito de tragédias, embora o jornalismo foque nisso porque o que é negativo infelizmente "vende" mais. Eu continuo muito bem informada sobre inovação, economia, tecnologia e tudo o que me interessa. Só escolhi não começar meu dia absorvendo angústia.
Dizem que nós temos um "viés de negatividade", uma tendência natural de prestar mais atenção no que é ruim. Mas se a gente sabe disso, por que não escolher conscientemente o oposto? Por que não buscar as coisas lindas que as pessoas fazem todos os dias?
Não estou dizendo que todo mundo deve fazer o mesmo. Cada um sabe onde o calo aperta. Mas se você sente que certas informações estão drenando a sua energia, talvez valha a pena ser mais exigente com o que você permite que molde o seu dia. A nossa paz vale muito.
Vou contar rapidinho o porquê, antes de eu correr para assistir a um filme de terror. E aí você pode me julgar, refletindo se acha isso uma hipocrisia ou não!
A razão é bem simples: as notícias me faziam mal. Eu sei que tem gente que consegue assistir a essas coisas o dia todo e seguir a vida normal, mas eu não sou assim. Sempre fui muito sensível, e o tom sombrio que o jornalismo costuma ter — seja aqui no Brasil ou quando morei na Romênia — me atingia em cheio.
Como sou uma pessoa muito empática, ouvir sobre crimes e violência não era só uma informação que entrava e saía. Meu cérebro gosta de analisar o comportamento humano, de entender o que leva alguém ao extremo, e eu acabava me colocando no lugar das vítimas e até dos agressores. Eu sentia um aperto no estômago e ficava pensando naquilo por horas, às vezes por dias. Percebi que isso estava alimentando uma ansiedade que não era minha, e decidi que era hora de parar.
Desde então, fiquei bem rigorosa com o tipo de energia que deixo entrar na minha rotina. Não foram só as notícias; comecei a filtrar minhas redes sociais, os livros, as músicas e até as companhias. Na vida real é mais difícil "bloquear", mas a gente vai aprendendo a se distanciar do que é pesado.
Algumas pessoas dizem que estou fugindo da realidade ou perdendo informações. Mas a verdade é que o mundo não é só feito de tragédias, embora o jornalismo foque nisso porque o que é negativo infelizmente "vende" mais. Eu continuo muito bem informada sobre inovação, economia, tecnologia e tudo o que me interessa. Só escolhi não começar meu dia absorvendo angústia.
Dizem que nós temos um "viés de negatividade", uma tendência natural de prestar mais atenção no que é ruim. Mas se a gente sabe disso, por que não escolher conscientemente o oposto? Por que não buscar as coisas lindas que as pessoas fazem todos os dias?
Não estou dizendo que todo mundo deve fazer o mesmo. Cada um sabe onde o calo aperta. Mas se você sente que certas informações estão drenando a sua energia, talvez valha a pena ser mais exigente com o que você permite que molde o seu dia. A nossa paz vale muito.