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Rock in Rio: Diversidade e inclusão? Eu acho que não.

 Quem me acompanha nas redes sociais sabe que fui ao festival Rock In Rio que ocorreu no Rio de Janeiro. Este ano, diferente de 2019, haviam pessoas fazendo algumas pesquisas sobre a opinião dos participantes do evento (compradores). As questões incluíam opinar sobre a diversidade social, racial e cultural do evento e, consequentemente, se aquele era ou não um espaço inclusivo. Além das coisas que comentei com os pesquisadores, tenho algumas considerações que talvez tenham passado pela cabeça daqueles que se importam com pautas sociais, caso contrário, talvez este artigo ajude algumas pessoas a saírem da bolha. Vamos começar falando sobre o que é um ambiente inclusivo: Um ambiente socialmente inclusivo é um lugar onde todos são bem-vindos. É aquele em que a pessoa se sente confortável o suficiente para perceber sua identidade e expressar seus sentimentos. A inclusão social garante que as opiniões de uma pessoa sejam respeitadas, assim como a de qualquer outra pessoa. Mas nã...

La la land, romances clichês e a inconstância do ser

 A essa altura do campeonato se você me segue, sabe que La La Land é um dos meus filmes favoritos e, caso você não seja um conhecido ou um leitor assíduo deste humilde blog, espero que já tenha assistido a essa obra de arte lançada em 2016/17. Caso contrário, tudo bem... Não há spoilers por aqui. Surpresas a parte, ou não, o que torna este filme tão querido por mim é a imprevisibilidade da história. Não é um clichê.  Recentemente me disseram que durante o filme os protagonistas se desencontram. Embora eu não tenha discutido sobre isso com o emitente deste pensamento, eu discordo. Não há desencontros. O mérito individual dos personagens está atrelado ao encontro dos protagonistas e ao amadurecimento individual de cada um em decorrência disso. De todos os filmes românticos, este é o que considero mais realista, pois o romance não é o cerne da história e isso me encanta. A cena final descreve essencialmente como a vida poderia ter sido para os dois protagonistas... Mas não foi. E...

Em tempos estranhos, sejamos artistas

Somos seres sociais vivendo tempos estranhos, estressantes e isolados, para dizer o mínimo. Recentemente, vi um meme falando sobre o motivo de estarmos agindo tão estranho. Esse questionamento me faz refletir e chegar a duas conclusões. Embora eu acredite que este fato está atrelado ao aumento no comportamento indisciplinado e, consequentemente, o surgimento de tendências antissociais ocasionadas pelo isolamento experenciado durante os dois anos de pandemia, também creio que nosso foco deveria ser menos no questionamento e mais na aceitação. Como podemos tirar proveito de nossa estranheza e minimizar os impactos observados? Talvez alguns leitores considerem meu ponto de vista improvável, mas, para mim, está no cerne do que acredito: é hora de todos nós nos tornarmos artistas. A mídia costuma escrever sobre a necessidade de resiliência como resposta à pandemia, mas também muitas vezes não oferecem sugestões reais sobre como realmente promover essa qualidade vital em todas as pessoas e c...